20 dias para sair do lugar

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Antes de começar tudo isso, eu criticava muito. Era uma super crítica. Um a la Roberto Justus sobre tudo o que eu estava aprendendo.

Veja bem, nunca fui de enfrentar ninguém dizendo que ela estava certo ou errado. Eu sempre gostei de observar.

Mesmo porque antes de tudo, entra o respeito. Eu respeito a opinião de todos, bem como suas atitudes. Mas eu queria entender o que estava acontecendo...

Eu queria saber onde as pessoas estavam errando, apenas por olhar. Então, tinha lá aquele ar de julgamento.

Essa pessoa fez certo. Aquela fez errado.

Essa pessoa conseguiu alinhar os conceitos. Essa está brega. Essa está sem rumo. Essa está feia. Essa vai fazer sucesso, essa vai falhar.

E no final das contas, eu estava errada. Porque cada um tem seus motivos.

Não existe o certo ou errado. Existe o melhor para você.

Quando você começa a ir a fundo no que você acha que é errado, tem um ponto que é muito incompreensível. Tem um outro lado.

Qualquer tipo de ação ou de pensamento, sempre tem sua parcela pessoal. Todo mundo tem suas razões. Sejam elas racionais ou não.

E não se julga sentimentos. Não existe julgamentos para isso.

Quando se fala em empreendedorismo, falamos em questionar o que é igual, o que é comum, como fazer diferente...

E isso é bem diferente de se julgar... Não existe o certo ou o errado.

A pergunta é outra: por que essa pessoa fez dessa forma?

Como ela fez isso? De onde ela tirou isso?

Eu continuo com a minha mania de sempre querer saber de como as pessoas fazem, o que passam na cabeça, porque agem assim.

Mas o que mudou é o referencial. Não é saber se elas estão fazendo certo ou errado. Ou se elas estão no caminho certo ou não.

É saber como ela fez funcionar, o que ela tem que ela conseguiu fazer de especial.

O que eu aprendi aqui é não julgar, não tentar ver o certo ou o errado. É ver os porquês das pessoas.

Por que para elas funcionam?

Por que para elas dão certo?

A segunda parte do julgamento é: não julgue, faça melhor, entenda

A outra parte, ou a outra parte do julgamento, é não julgar.

Porque, além de tudo que falei, você está perdendo seu tempo. Eu estava perdendo meu tempo.

Eu mudei a vida de alguém? Eu mudei a minha vida?

É como fazer fofocas, ou falar mal de alguém...

Então, eu perdi meu tempo. O tempo que eu poderia aprender, eu perdi julgando.

Ao invés de achar o que é certo ou errado, eu encontrei como eu poderia aprender com aquilo ali.

Como eu posso fazer melhor do que eu estou vendo?

Como eu posso fazer diferente?

Se fosse eu, eu faria assim...

É fato também que é muito fácil criticar. Mas pensar para fazer melhor é outra história. É difícil.

E essa mudança de mentalidade me ajudou a ver mais o que eu posso fazer de diferente, não que eu seria superior, mas que eu seria sempre uma parcela do que eu sou.

Essa é uma forma de se praticar o empreendedorismo: não julgar o mundo, mas fazer diferente.

E você: o que faz de diferente? Como você faz funcionar?


Carolina Tomazetti
Carolina Tomazetti

A Brigadeirsa é o destino Número #1 das doces aspirantes e empreendedoras que estão procurando ter sucesso vendendo doces. BRIGADEIRO. BOM DE COMER. BOM DE FAZER. BOM DE LUCRAR. O melhor brigadeiro do mundo para pessoas que buscam adoçar o caminho em direção a vida que sempre sonharam.